É desanimador vermos erros tão ridículos de arbitragem numa Copa do Mundo justamente por esta ter a melhor representação das comissões mundiais. Percebe-se, assim, que o único caminho para a cessão desses erros é uma mudança radical no futebol.
O uso do telão no campo de jogo seria muito útil, mas não é todo estádio que o possui, e financiar esse tipo de coisa está fora de questão. O mesmo vale para o tal do chip na bola. A solução mais prática que vejo seria o aviso pela escuta de um árbitro que vê os lances pela televisão, e é justamente a mais contestada. Quem avisa ao árbitro? E se passarem alguma informação errada? Ou por até outro motivo que não sei.
Para Joseph Blatter, a tecnologia elimina a parte humana do futebol. Inibe mesmo, pois errar é humano. Mas manter essa posição errônea vale mais que promover a justiça?
Para ele, os homens gostam de debater os lances, e isso faz parte do esporte. OK, está certo. Mas vejamos que, no gol do (impedido) Tevez contra o México, a arbitragem (claramente guiada por orientações) preferiu não voltar atrás do erro por tê-lo percebido por meio da tecnologia. Enfim, é melhor permanecer com a ditadura do não uso desse recurso do que usá-la em prol da justiça? Tem alguma coisa por trás disso. A meu ver, a tecnologia pode atrapalhar a corrupção da FIFA, mas, sem ela, a máscara da federação está caindo, por isso acham que seria menos ruim aderir ao recurso.
Vem cá, por que os comentaristas perdoam um bandeirinha por um lance confuso? Não interessa se ele errou por 1 cm, a justiça no jogo depende disso. Para mim, o que não compete aos jogadores tem que ser perfeito nos mínimos detalhes, para que o futebol fique justo. Se erros assim são normais para um homem, que utilizem logo uma máquina, pelo amor de Deus!
O presidente da FIFA ainda afirma outro absurdo: “Vamos deixar que os jogadores comemorem, façam malabarismos e pirâmides, mas tudo isso dentro do campo. Não saiam para a torcida, vamos deixá-la em paz!”
1. What!? Deixar em paz de quê? Até hoje não não soube de nenhum jogador que prejudicou a torcida numa dessas.
2. Se os jogadores podem fazer o maior vuco vuco dentro do campo na comemoração, por que não podem sequer tirar a camisa? Isso é desmotivador e inibe a emoção do próprio autor do gol.
Existe uma grande contradição. Blatter alega, ao negar a tecnologia, manter o lado humano do futebol. Mas por que impede os jogadores de comemorar o gol do jeito que eles querem? Não há muito mais desumanidade nisso?
Achava que não podia ficar pior? Ficou. A mafiosa FIFA proibiu que fossem repetidos no telão todos que crucificassem o árbitro, qualquer coisa que faça o Blatter dormir à noite. Pararam até de mostrar tanto o Dunga, perceberam? Ele tinha chamado o árbitro de ladrão no jogo contra a Costa do Marfim.
Bem, depois de tanta confusão, Sepp Blatter resolveu voltar atrás e reabrir a discussão sobre o uso do recurso que ajude o árbitro. Também, ele não é nem doido de não fazer isso!
Esse Blatter é mesmo um imbecil. Ele evita qualquer benefício à candidatura dos seus concorrentes. Também é fácil ver a corrupção dessa entidade quando se intrometem em decisões de chefes nacionais, ameaçando excluir as seleções do seu quadro de membros. Tribunal Internacional neles, isso é máfia.
É a Copa do Mundo aí! Então não podia deixar de escrever nada sobre.
O Dunga tem seus pontos positivos: conseguiu ao máximo resgatar a paixão do brasileiro pela seleção. Nossa eliminação pareceu uma morte, sentimento só antes visto em 1982. Por isso, achei uma falta de sacanagem a maneira como foi demitido ontem: ele só ficou sabendo por meio do site da CBF. Nenhuma ligação, nada. E o pior é que ele ia recomeçar o trabalho dele hoje pela manhã: ia chegar lá e ouvir: “Desculpe, você não trabalha mais aqui”. Infelizmente, isso acontece em vários empregos: você chega e encontra um cara sentado em seu birô.
Como todos sabem, entretanto, o Dunga nem chegou perto de agradar no comando da seleção. Encucou que os convocados deveriam ser aqueles que tivessem comprometimento com o time. O problema é que talento e dedicação nem sempre andam juntos, e acabou por convocar jogadores sem recursos. Ora, o próprio nome já diz: seleção é pra ser a escolha dos melhores, e não necessariamente dos mais comprometidos. Não estou defendendo, porém, a ida de Ronaldinho Gaúcho, pois não quero uma seleção como a de 2006, quando a dupla (de craques) de ataque chegou à copa com 200 kg e depois da eliminação fez uma confraternização em mansões europeias; mas não me venha depois garantir que o Josué (não vou nem falar do Felipe Melo) é melhor que o Hernanes pra a seleção porque tem mais compromisso.
Também vejo outro erro imperdoável no Dunga, pois é uma coisa da qual ele mesmo se queixa: Diz que não dá pra levar jogador pra Copa sem testar. Sim, mas por que não testou? O Júlio Baptista foi convocado trocentas vezes, e só veio piorando. O Kléberson se machucou, e como isso foi aproveitado? Quem foi convocado no lugar dele? Ninguém, pois logo depois da contusão o Dunga resolveu levá-lo.
Por fim, saliento que nem todos concordarão com a minha solução, mas devem concordar com o problema de que não se deve descuidar do comprometimento, mas que o talento tem prioridade.
Quanto a Ganso e Neymar, enfatizo que era a favor da ida de Ganso, mas contra a ida de Neymar pelos seguintes motivos:
1. Acho que ele, ao contrário de Ganso, amarelaria na hora H.
2. Acho que a nação não se sentiria bem, mesmo com uma vitória, em se ver vencer por um pênalti fingido. Afinal, seleção para nós, brasileiros, não deve só ganhar, deve também jogar bem e vencer por méritos justos.
3. Vejam só a reação do Neymar após o assalto jogo contra o meu Ceará, quando um torcedor reclamou de ter perdido um pênalti: “Vem aqui e faz você, pra ver se é fácil”. Em termos, ele pode até ter razão, mas se fosse numa seleção e toda a nação reclamasse, imagina o razão do Neymar pra tirar satisfação com todos os brasileiros.
Aliás, quero aproveitar o espaço para continuar a falar dos mau-caráter do Santos: Neymar afirmou ainda, após o tal do pênalti fingido contra o vozão, ter sido tocado nas pernas. Mas então, por que ele pareceu ter levado um tiro na espinha? O que têm as pernas a ver com as costas? E ele é amiguinho do Robinho, que se acha também. Quantos além de mim acham ridícula aquela cara que faz após uma marcação correta do árbitro contra ele? E viram o descaso com que deu uma entrevista após a derrota na Copa? “Nós perdemos por isso, por aquilo e por outro, falou? Valeu.”
as grandes revanches que o mundo do MMA sonha em testemunhar.
A postura de Dana White, todo-poderoso do UFC, após o evento do dia 24 de outubro, em defesa da realização imediata de um novo confronto entre Lyoto Machida e Maurucio “Shogun” (luta equilibrada, vencida pelo primeiro) pode ser encarada como algo não tão usual nos anos recentes do UFC.
Antes de 2007, quando a organização americana teve um boom de popularidade devido ao sucesso do reality show “The Ultimate Fighter”, a prática de revanches era corriqueira. Vários eram os fatores que levavam os matchmakers a repetir as figurinhas no centro do octagon. É preciso lembrar que desde o início da atual década os principais nomes do esporte se aventuravam no outro lado do mundo, levando ao delírio os fãs do hoje finado Pride.
Enquanto isso, Tito Ortiz, Chuck Liddell e Randy Couture revezam-se na missão de alavancar as vendas de pacote de pay-per-view nos EUA. Só para efeito ilustrativo, Liddell e Couture se enfrentaram duas vezes em menos de oito meses, entre os anos de 2005 e 2006. Era uma espécie de mais do mesmo. No entanto, com o crescimento impressionante nos últimos três anos, multiplicaram-se as opções de casamento de lutas, rareando, portanto, os repetecos. Contudo, não se perde as esperanças e, aproveitando o gancho de uma nova luta entre Machida e Shogun, a revista Nocaute listou uma seleção de 10 revanches históricas que não deixariam nada a desejar nos próximos eventos de Dana White & Cia. Se segue a lista naquela mesma ordem.
10) Heath Herring X Yoshiriro Nakao – Tecnicamente, a presença de tal confronto entre os dez mais aguardados pode ser até questionável, mas no quesito “potencial para o pau cantar bonito” nada mais explosivo do que colocar Herring e Nakao frente a frente. Na primeira vez que isso aconteceu, o resultado foi um inesperado nocaute antes do gongo inicial. Surpreendido com a ousada atitude do japonês em tascar-lhe um selinho na boca, Herring nem titubeou e desferiu um diretaço que levou o oponente à lona.
9) Quinton Jackson X Forrest Griffin – No momento Quinton “Rampage” Jackson está mais preocupado com a carreira no cinema que em voltar ao octagon do UFC. No entanto, Dana White garante que o ex-campeão dos meio-pesados ainda fará mais algumas apresentações antes da tão falada aposentadoria. Para isso, o cartola teria de acertar o duelo de Rampage com Forrest Griffin, homem que lhe tomou o cinturão. A sede de vingança de Jackson é tamanha que, ao derrotar Keith Jardine, abriu mão de enfrentar o então campeão Rashad Evans para ter uma nova chance contra o algoz, abrindo, assim, caminho para que Lyoto se tornasse o desafiante número 1 e posterior campeão da categoria.
8) Renzo Gracie X Kazushi Sakuraba – Um dos mais carismáticos e importantes nomes do MMA moderno, Renzo Gracie poderia estar curtindo sombra e água fresca. No entanto, o professor radicado em Nova Iorque nem pensa em abandonar a carreira. Já que aos 42 anos ainda está disposta a desafios, por que não tentar vingar a derrota sofrida para Sakuraba em agosto de 2000? Foi quando o japonês finalizou Renzo numa Kimura que fez o braço do brasileiro sair do lugar. Sem qualquer abalo na popularidade desde o fim do Pride, Saku segue colecionando triunfos do outro lado do mundo: em outubro venceu dois oponentes num espaço de 19 dias.
7) Vitor “Shaolin” X Gesias Cavalcante – Na lista também tem espaço para os levinhos. O primeiro encontro entre Shaolin e Gesias rollou em setembro de 2007 e foi vencida por JZ em apenas 35 segundos através de um nocaute brutal que não fez jus ao pra lá de positivo cartel do faixa-preta. Shaolin, àquela altura, havia conhecido apenas uma derrota como profissional de MMA. No momento, tanto Shaolin, que acaba de assinar com o Strikeforce quanto Gesias precisam de boas apresentações para voltarem ao topo.
6) Chuck Liddell X Tito Ortiz – Não seria exagero dizer que são dois dos rostos mais famosos do UFC nos EUA. Donos de grande parcela de responsabilidade pelo sucesso atual da organização junto aos americanos, Liddell e Ortiz se enfrentaram duas vezes: uma em 2004 e outra em 2006. Nesta, assim como na primeira, quem saiu vencedor foi Liddell, o que deu margem a um ataque de fúria do Bad Boy Ortiz, revoltado com a intervenção do árbitro brasileiro Mário Yamasaki, que decretou nocaute técnico. Hoje considerados veteranos, Liddell flerta com a aposentadoria e Ortiz está há mais de um ano e meio afastado do octagon busca o recomeço. caso este fracasse diante de Forrest Griffin em novembro, poderia combinar com o Moicano uma despedida de gala, com os dois pendurando juntos as luvas de MMA profissional.
5) Rodrigo Minotauro X Frank Mir – O baiano faixa-preta nunca foi de inventar desculpas para uma derrota. Portanto, se ele disse que enfrentou problemas físicos antes do duelo em que foi nocauteado por Frank Mir em dezembro de 2008, é porque a barra foi pesada mesmo. Recuperado e com a confiança nas alturas após o triunfo sobre Randy Couture, Minota poderia fazer bom uso de uma nova oportunidade contra Mir, que chegou a criticar publicamente as supostas desculpas dadas pelo rival. Com o adiamento da disputa do cinturão entre Brock Lesnar e Shane Carwin devido a uma gripe do campeão, há grandes possibilidades de esta luta ser casada para os próximos meses, com o vencedor se credenciando a desafiante número 1 ao título.
4) Anderson Silva X Ryo Chonan – O Aranha não sabe o que é derrota desde janeiro de 2006. Naquela época, deixou o ringue como perdedor não por ter sido sobrepujado pelo japonês Yushin Okami, mas por ter aplicado um golpe ilegal que lhe valeu desclassificação imediata. Derrota mesmo, daquelas clássicas, Anderson não sofre desde o último dia de 2004, quando foi incrivelmente finalizado pelo nipônico Ryo Chonan em uma chave de calcanhar voadora. Hoje Anderson é o rei dos médios do UFC e colocará em jogo o cinturão contra Vitor Belfort em 10 de abril. Já Chonan também é empregado de Dana White, mas, com duas derrotas nas duas últimas apresentações no octagon, vai ter que melhorar muito se quiser subir.
3) Mirko “Cro Cop” X Fedor Emelianenko – Atualmente, Cro Cop parece estar mais para aposentado do que para atleta profissional. As últimas apresentações do croata foram abaixo da média, e nem de longe lembram o striker que não tomou conhecimento dos rivais no GP absoluto do Pride em 2006. Por isso, uma nova luta contra o russo Fedor poderia trazer de volta o estímulo necessário a Cro Cop. No primeiro encontro dos dois, realizado em agosto de 2005, Fedor venceu por decisão unânime dos jurados, mas deixou o ringue do Pride com o nariz bem prejudicado, fato raro nas apresentações do gordinho. Com Fedor contratado pelo Strikeforce, as chances reais desta luta acontecer logo são pequenas, mas, uma vez cumprido o compromisso de mais duas apresentações pelo UFC, Cro Cop, caso ainda tenha disposição, pode se arriscar na organização rival.
2) Ricardo Arona X Maurício “Shogun” – O clássico que decidiu o GP dos médios em 2005 foi vencido sem grandes dificuldades por Shogun, à época coroado como o melhor do mundo no peso. Defenderam Arona dizendo que o mesmo entrou fisicamente desgastado para a luta, uma vez que travara poucas horas antes uma batalha intensa contra o então desafeto Wanderlei Silva pelas semifinais da competição. Desde então, Arona fez apenas mais quatro lutas, mas, depois do retorno triunfal no Bitetti Combat, acredito que possa fazer barulho entre os meio-pesados do UFC. Já Shogun, caso seja novamente superado por Lyoto, terá de entrar na fila e pode esbarrar com o niteroiense pelo caminho.
1) Vitor Belfort X Wanderlei Silva – Trata-se de um dos duelos mais esperados dos últimos 11 anos. Desde outubro de 1998, quando Belfa simplesmente atropelou o então promissor representante da Chute Boxe em apenas 44 segundos no UFC Brazil, fãs de ambos os atletas querem ver quem se dá bem num novo encontro. Como os dois agora flutuam entre os médios e os meio-pesados, pode ser que o desejo se torne realidade num futuro não muito distante. São grandes as chances de Belfort e Wanderlei serem escalados na ocasião de um eventual retorno do octagon ao Brasil. Recomendo, é rapidinho. Só clique aqui.
Não há, hoje em dia, no futebol mundial, time nenhum que jogue com uma desenvoltura digna de admiração (à época da postagem, o Santos ainda não havia despontado); fato este que não se aplica a jogadores. Porém, quando se tenta unir vários astros do esporte numa única equipe, nunca se obtém o resultado esperado, pelo menos atualmente. Acho que tal fato se deve à pouca ocorrência de destaques em um jogo no futebol de hoje.
Real Madrid, clube mais rico do mundo. Não teve a inteligência de aprender com o grande erro de gastar muito mal seus milhões na temporada 2005/06, quando formou um elenco galáctico, esquecendo de que não estava formando um time galáctico, e voltou a aplicar muito mal seu capital na atual temporada. O time ainda não se encontrou. Consegue, porém, manter um nível razoável por habilidades individuais, mas não chega nem perto do esperado.
O futebol está muito nivelado, o que torna bastante difícil a realização de uma seleção.
Não sei se isso, em termos, é intencional ou não, mas, trazendo astros do futebol suficientes para preencher todo um time titular, desfragmenta-se a equipe anterior, sendo ela completamente inválida a partir de então. Era como se o time tivesse acabado de nascer, sem experiência nenhuma, cada qual guiado apenas pela própria capacidade. A meu ver, o ideal seria aplicar os fundos para o aperfeiçoamento do time, fazendo contratações apenas de leve, para que todos andem juntos, acompanhando o mesmo ritmo, o que unificaria a equipe.
Erros a parte, ia me contradizendo ao dizer que levantei meu melhor “time” do mundo. Foi só para, como diz a música, para chamar sua atenção para mim. Na verdade, deveria ser: os meus melhores jogadores do mundo conforme sua posição (há uma melhor explicação na postagem anterior). É como o Real: apenas um bom elenco.
Então aí se segue o tal, mas confesso que ele sempre estará sujeito a mudanças, pois não pretendo postar novamente sobre o mesmo assunto, sendo, provavelmente, os jogadores aqui citados não mais os melhores (para mim) daqui a algum tempo.
• Esquema: 4-3-1-2 (4-4-2)
TITULARES
JÚLIO CÉSAR (Brasil)
DANIEL ALVES (Brasil)
LÚCIO (Brasil)
THIAGO SILVA (Brasil)
FÁBIO AURÉLIO (Brasil)
Steven GERRARD (Inglaterra)
XAVI (Espanha)
Andrés INIESTA (Espanha)
Wesley SNEIJDER (Holanda)
Lionel MESSI (Argentina)
Zlatan IBRAHIMOVIČ (Suécia)
RESERVAS
Petr ČECH (República Tcheca)
MAICON (Brasil)
Alessandro NESTA (Itália)
JUAN (Brasil)
ANDRÉ SANTOS (Brasil)
Marcos SENNA (Espanha)
XABI ALONSO (Espanha)
Frank LAMPARD (Inglaterra)
CESC FABREGAS (Espanha)
Arjen ROBBEN (Holanda)
Didier DROGBA (Costa do Marfim)
LUÍS FABIANO (Brasil)
2os. RESERVAS (função de substituir um reserva, motivo pelo qual há somente um pra cada posição)
Gianluigi BUFFON (Itália)
Branislav IVANOVIČ (Sérvia)
John TERRY (Inglaterra)
MARCELO (Brasil)
Michael ESSIEN (Gana)
JUNINHO Pernambucano (Brasil)
Antonio CASSANO (Itália)
Cristiano RONALDO (Portugal)
NILMAR (Brasil)
Quero iniciar explicando alguns termos indecifráveis para alguém que queira ler o texto mesmo sem entender de futebol: meia é como é denominado o futebolista que atua na porção avançada do meio de campo, que arma as jogadas de ataque do time. Geralmente é o jogador mais hábil dele, pois precisa de técnica para enganar os defensores, que sempre estão em maior número que os atacantes. Já volante é o termo usado para denominar o jogador que atua na parte defensiva, mas ainda fazendo parte do meio-campo. O resto é compreensível e se aplica a diversas áreas além do futebol.
A questão que levantei foi a injustiça com que vejo serem eleitos os melhores jogadores do mundo. Tenho minha hipótese: isso se deve ao fato de os que se destacam são aqueles que conseguem mostrar que fazem algo a mais que os outros, utilizando-se da sua técnica. Como exemplo temos os eleitos principais de campeonatos, que geralmente são meias ou atacantes. Mas quem disse que estes são melhores que os zagueiros, volantes ou até mesmo que os goleiros? Tomemos como exemplo o francês Patrick Vieira, certamente o melhor volante do mundo nos anos de 2004 e 2005. Jogava como ninguém na sua posição, mas, como ao volante não é necessário mostrar a técnica, ele não a usava habitualmente, utilizando-se sempre de sua força física e experiência para tomar a bola dos adversários, que era sua real função. Assim, nunca enchia os olhos. Se ele é incontestável em sua posição fazendo o que faz, por que dizer que Frank Lampard (eleito o segundo melhor do mundo em 2005 pela Federação Internacional do Futebol, ficando atrás de Ronaldinho Gaúcho) é melhor como meia do que Vieira é melhor como volante?
Portanto, não concordo nem um pouco com o modelo de escolha dos melhores jogadores. Essa deveria ser a escolha dos melhores meias ou dos melhores atacantes. É o que eu defendo. Digo que se tem de escolher um melhor para cada posição, pois não há critério para avaliarmos jogador de posições diferentes.
Dou valor ao que fazem na eleição dos melhores do campeonato brasileiro. Escolhem uma seleção, olha que diferença! Dessa maneira os jogadores são bem melhor reconhecidos e valorizados. A escolha do craque é feita baseada nas habilidades de cada um, aí tá certo, mas dizer que um jogador é melhor do que um diferente com um termo geral não dá.
Sim, e foi um ranking feito pela Nocaute que, após a Gracie Magazine e a Tatame, é a revista que melhor nos informa sobre o mundo das lutas.
Muitos lutadores não influenciam somente graças a vitórias no cartel ou à capacidade técnica, mas devido a exibições antológicas, altas doses de coragem ou uma personalidade tão marcante que o fã acaba apreciando tanto quanto técnica, o que muitas vezes é errado. Portanto, foram lembrados os atletas que ajudaram o esporte a se consolidar e o show americano a ser o sucesso que é hoje. Não confundir, portanto, com a lista de melhores lutadores, pois um Lyoto Mashida e até mesmo um Maurício Shogun estão a quilômetros de distância de um Tank Abbott, por exemplo.
PS: Sempre comecei a ler um ranking na ordem crescente, pois acho que, depois de visto o primeiro, não há mais o que ser esperado para os próximos. Por isso, assim se segue a lista abaixo.
100) Anthony Macias (EUA)
99) Steve Jennum (EUA)
98) Elvis Sinosic (Austrália)
97) Yuki Kondo (Japão)
96) Tony de Souza (Peru)
95) Vernon White (EUA)
94) Mark Hall (EUA)
93) Mike Van Arsdale (EUA)
92) Hermes França (Brasil)
91) Vladimir Matyushenko (Bielorrússia)
90) Stephan Bonnar (EUA)
89) Shonie Carter (EUA)
88) Semmy Schilt (Holanda)
87) Ikuhisa Minowa (Japão)
86) Sanae Kikuta (Japão)
85) Remco Pardoel (Holanda)
84) Paul Varelans (EUA)
83) Clay Guida (EUA)
82) Pete Williams (EUA)
81) Ricco Rodriguez (EUA)
80) Thales Leites (Brasil)
79) Caol Uno (Japão)
78) Tyson Griffin (EUA)
77) Tsuyoshi Kosaka (Japão)
76) Tra Telligman (EUA)
75) Renato “Charuto” Verissimo (Brasil)
74) Jon Jones (EUA)
73) Carlão Barreto (Brasil)
72) Jeremy Horn (EUA)
71) Sean Sherk (EUA)
70) Jeff Manson (EUA)
69) Heath Herring (EUA)
68) Guy Mezger (EUA)
67) Gerard Gordeau (Holanda)
66) Evan Tanner (EUA)
65) Genki Sudo (Japão)
64) Gary Goodridge (Trinidad e Toobago)
63) Fabiano Ilha (Brasil)
62) Fabrício Werdum (Brasil)
61) Márcio Pé de Pano (Brasil)
60) Amauri Bitetti (Brasil)
59) Pat Milenith (Brasil)
58) Kevin Randleman (EUA)
57) Kevin Jackson (EUA)
56) Wallid Ismail (Brasil)
55) Fábio Gurgel (Brasil)
54) Jerry Bohlander (EUA)
53) Eugene Jackson (EUA)
52) Dennis Hallman (EUA)
51) Ricardo “Cachorrão” Almeida (Brasil)
50) Cheick Kongo (França)
49) Cain Velasquez (EUA)
48) Dave Menne (EUA)
47) Carlos Newton (Canadá)
46) Jens Pulver (EUA)
45) Matt Lindland (EUA)
44) Bas Rutten (Holanda)
43) Josh Barnett (EUA)
42) Diego Sanchez (EUA)
41) Andrei Arlovski (Bielorrússia)
40) Mirko “Cro Cop” Filipovic (Croácia)
39) Maurício “Shogun” Rua (Brasil)
38) Maurice Smith (EUA)
37) Rashad Evans (EUA)
36) Matt Serra (EUA)
35) Murilo Bustamante (Brasil)
34) Tim Sylvia (EUA)
33) Kazushi Sakuraba (Japão)
32) Mark Kerr (EUA)
31) Mark Coleman (EUA)
30) Renato “Babalu” Sobral (Brasil) – Com mais de 40 lutas de vale-tudo nas costas, está no auge da carreira. É dono de uma artilharia pesada em pé e um leque de finalizações suaves no chão. Era um dos astros mais queridos do UFC até apagar David Heath no UFC 74, mesmo depois do americano, que o xingara antes, ter batido em desistência. Teve, por isso, seu contrato rescindido por Dana White.
29) Don Frye (EUA) – Campeão no UFC 8, foi o primeiro monstro do wrestling de nível olímpico a dominar o ringue de oito lados, abrindo caminho para os Marks Coleman e Kerr.
28) Dan Severn (EUA) – A “Besta” de 114 kg lutou pela primeira vez no UFC 4 e pela última vez no UFC 27. Mas continua na ativa, com 55 anos e 112 combates. Cadê o UFC que não o convida pra uma sensasional luta de despedida? Encara essa, Royce?
27) Quinton Jackson (EUA) – É disparado o que mais gosta de ficar nas grades. Estreou no MMA japonês no Pride 15 enquanto estava na condicional, em 2001, e recentemente foi preso em perseguição cinematográfica nas ruas de Los Angeles. Um dos mais empolgantes astros do MMA, apesar de tanta confusão.
26) Lyoto Machida (Brasil) – O homem que comprovou a eficiência do karatê aliado ao Jiu-Jítsu. Extremamente veloz e oportunista, atualmente Lyoto vem subindo de produção a cada luta, vencendo adversários como Thiago Silva e Maurício Shogun.
25) Frank Shamrock (EUA) – Estudioso e calculista, o irmão adotivo de Ken ensinou aomundo como vencer os então temidos wrestlers desde sua primeira luta no UFC, em 1997, quando finalizou o campeão olímpico Kevin Jackson com uma chave de braço. A partir daí injetou muita ação no octagon com um estilo calcado na técnica, mas principalmente no físico: gás, muito gás para deixar os adversários no sufoco. Polêmico e decidido, deixou o UFC como campeão invicto há dez anos e nunca mais retornou.
24) Oleg Taktarov (Rússia) – Com nove participações no UFC 5, o "Urso" antecipou o estrago que o sambo (e Fedor) fariam entre os peso pesados.
23) Gabriel “Napão” Gonzaga (Brasil) – O chute alto na cabeça de Cro Cop e o conseqüente nocaute vão ficar para sempre na galeria das imagens mais incríveis do octagon.
22) Rich Franklin (EUA) – Cultuado nos EUA, o ex-professor de matemática brilhou no peso médio com uma bonita sequência de vitórias (Ken Shamrock foi uma das vítimas) e um jogo completo e ofensivo. Pode alcançar um estrelato ainda maior se parar Vitor Belfort em seu retorno, no UFC 103.
21) Forrest Griffin (EUA) – A trajetória de Griffin, hoje com 30 anos e faixa marrom de Jiu-Jítsu, ensina a importância de gerenciar bem uma carreira e escolher os eventos certos. Estreou contra a lenda Dan Severn, viajou ao Brasil para pôr seu jogo à prova no Heat e, no histórico dia 9 de abril de 2005 estava na final da primeira edição do TUF, na luta contra Stephan Bonnar que atraiu os olhares dos EUA para o esporte. Venceu. Era o lutador certo na hora certa, mas ralou pacas antes do sucesso “instantâneo” de finalizar Shogun e roubar o cinturão de Quinton Jackson.
20) Kimo Leopoldo (EUA) – O falso anúncio de sua morte no fim de julho deu uma boa dimensão da representatividade do gigante peso pesado. Pioneiro nas encenações ao entrar para lutar, foi também o mais perigoso rival de Royce no UFC 3.
19) Pedro Rizzo (Brasil) – Astro do UFC desde a estreia, em 1998, o pupilo de Ruas só encarou pedreira no octagon. A patada de Rizzo mudou o modo de lutar (ou de se defender) dos principais pesos pesados do UFC.
18) Marco Ruas (Brasil) – Revolucionou o MMA em 1995 ao apresentar uma mistura de estilos que deixava os adversários desnorteados. Foi, depois de Royce, o grande ídolo Brasileiro do UFC.
17) Demian Maia (Brasil) – O Jiu-Jítsu de competição da nova geração a serviço do MMA. Cinco finalizações nas cinco primeiras apresentações marcam o melhor início de um faixa-preta da arte suave no UFC.
16) Dan Henderson (EUA) – Um dos mais respeitados lutadores da história do MMA, Hendo, hoje com 39 anos, aliou um wrestling afiado a um espírito nocauteador para construir um cartel invejável, com várias vitórias sobre os maiores de seu tempo, especialmente no Pride japonês.
15) Vitor Belfort (Brasil) – A maior estrela brasileira do UFC no fim dos anos 90 está de volta quatro anos depois de sua última luta no Octagon. Fenômeno, Vitinho brilhou muito jovem nas grades, e tem a vitória arrasadora sobre Wand no UFC Brazil, em 1998, como um dos grandes momentos de sua carreira. Foi ídolo ou parceiro de figurões americanos como Shaquille O’Neal. Chegou a ser campeão dos meio-pesados por um semestre ao bater Randy Couture em 2006, perdendo o cinto para o mesmo depois.
14) Frank Mir (EUA) – Conhecido pelo pavor de viajar de avião, o faixa-preta de Ricardo Pires estreou no UFC em 2001 finalizando Roberto Traven. Vítima de um acidente moto ciclístico e 2004, Francisco Santos Mir mostrou-se um vencedor só de voltar a lutar. A vitória sobre Minotauro no UFC 92 recolocou este ex-campeão dos pesos-pesados entre os grandes nomes da principal categoria do Ultimate.
13) Antônio Rodrigo Minotauro Nogueira (Brasil) – Minotauro é o maior finalizador do MMA mundial (foram 20 chaves fatais), para provar que é o melhor do UFC. Continua influenciando multidões no Brasil e lá fora.
12) Wanderlei Silva (Brasil) – Wand venceu apenas duas das sete apresentações que fez até hoje no UFC, mas o estilo agressivo e nocauteador que influenciou milhões de fãs e lutadores pelo mundo também conquistou os americanos.
11) B. J. Penn (EUA) – Campeão mundial de Jiu-Jítsu na faixa-preta com poucos anos de Jiu-Jítsu, o prodígio havaiano também se transformou em ídolo rapidamente no UFC, onde começou a carreira em 2001. Após uma breve passagem por organizações japonesas, o craque de mãos rápidas e chão afiado retornou ao octagon, onde conquistou o título dos leves em 2004 e fez uma legião de fãs.
10) Matt Hughes (EUA) – Wrestler perigoso, este fazendeiro de Illinois é considerado por muitos como o mais dominante campeão da história do UFC. Dono do recorde de vitórias no Ultimate ao lado de Liddell (16), Hughes conquistou o cinto dos meio-médios em duas ocasiões e perdeu apenas uma luta entre novembro de 2001 e setembro de 2006, período em que acumulou vitórias sobre gente do quilate de St. Pierre, B. J. Penn e Royce Gracie. Chegou a ser eleito um dos 20 americanos mais durões vivos pela revista “Men’s Journal” em 2004. Hoje, com 35 anos, sente o peso da idade, mas tem certeza de que suas quedas plásticas já lhe garantiram um lugar especial na galeria dos maiores nomes do UFC.
9) Georges Saint-Pierre (Canadá) – Campeão absoluto entre os meio-médios, St. Pierre é a imagem do bom moço. Um ótimo exemplo de esportista. Wrestler, faixa-preta de karatê e de Jiu-Jítsu, ele é responsável pela popularização do MMA no Canadá, praça onde os eventos têm os ingressos esgotados em tempo recorde. Venceu 13 das 15 lutas que fez no UFC, e com seis triunfos seguidos, persegue o recorde que hoje é de Anderson Silva (aê!).
8) David Tank Abbott (EUA) – As habilidades nunca impressionaram ninguém, mas o barrigudo de 114 kg tem grande parcela de “culpa” na popularização do UFC. O jeito arruaceiro, o visual rebelde e a postura irresponsável de se apresentar acabaram por conquistar diversas gerações. Estreou com seus nocautes e mata-cobras no UFC 6, em setembro de 1995, sendo parado somente por Oleg Taktarov na grande decisão. Seus duelos contra Scott Ferrozo, Dan Severn, Don Frye e Vitor Belfort fazem parte dps grandes momentos do UFC.
7) Anderson Silva (Brasil) – Atual campeão dos médios do UFC, é considerado por grande parte da mídia americana o melhor peso por peso da atualidade. Ao vencer Thales Leites em abril, o gênio do muay thai estabeleceu o recorde absoluto de nove vitórias consecutivas no UFC (oito por finalizações e nocautes, principalmente nocautes), desbancando a marca anterior de oito pertencente a Royce Gracie e Jon Fitch. Corajoso, o paulista radicado em Curitiba ainda se aventura em categorias mais pesadas, mostrando que tem técnica de sobra. Por ser sinônimo de show nas grades, tem pagado o preço quando não atropela, ouvindo vaias da torcida.
6) Brock Lesnar (EUA) – Após estrear no MMA fazendo a última luta da noite em que Royce lutava com Sakuraba no K-1 Hero’s de 2007 (nocaute em um minuto de luta), o astro gigantesco e sem modos deu uma largada de respeito em sua carreira. Com o jeito teatral (herança dos tempos de pro-wrestling) e aliando uma incrível força física à velocidade, o lutador de 121 kg vem transformando a categoria dos pesados, outrora povoada por atletas lentos. A conquista do cinturão no UFC 100, ao enfileirar Couture e Frank Mir, ainda não foi digerida por muitos.
5) Ken Shamrock (EUA) – Um dos raros lutadores que estiveram em ação no UFC 1 e que já tinham experiência de participar de um vale-tudo na ocasião. Membro de uma das famílias mais famosas no MMA, Ken tem lugar cativo no Hall da Fama ao lado de Royce. Os dois, por sinal, fizeram uma revanche histórica de 36 minutos no UFC 5, após o Gracie finalizá-lo no UFC 1 (confira a cena no vídeo ao final da postagem). Dono de um estilo completo, o californiano apelidado de “o homem mais perigoso do mundo” viria a ser um dos símbolos dos primórdios da organização, e a torcida americana bancou seu retorno nos tempos áureos do UFC, pra comandar um dos times do reality show “The Ultimate Fighter” e nos desafios contra Kimo Leopoldo e Tito Ortiz. Um dos lutadores de MMA mais reconhecidos da história.
4) Tito Ortiz (EUA) – White já disse cobras e lagartos sobre ele, mas sabe que não dá para negar a popularidade do Bad Boy de Huntington Beach. Com um jeito falastrão, camisetas hilárias e um jogo eficiente nas grades, Ortiz é provavelmente o maior “prata da casa” do UFC. Tem, ao todo, 22 lutas como profissional do MMA, sendo 21 sob a batuta do UFC. Recentemente o wrestler se desentendeu com o chefe e ameaçou ir cantar em outra freguesia. No entanto, os laços com o octagon (e o marketing) falaram mais alto e Ortiz está de volta, como era previsível.
3) Chuck Liddell (EUA) – É considerado o “cara” do UFC pelos cartolas e a mídia americana. O cabelo moicano, o jeito de lutar espetaculoso e os oponentes duríssimos (muitos deles astros brasileiros) fizeram de Liddell o principal garoto propaganda da organização após o boom ocorrido no início dos anos 2000. Amigo próximo de Dana White, presidente do UFC, é um dos queridinhos da torcida americana. Defendeu por diversas vezes o cinturão dos meio-pesados. Protagonizou com Couture uma das grades rivalidades da história do octagon. Estreou no UFC ainda em 1998, e das 28 lutas que tem como profissional, apenas seis foram realizadas em outras organizações. Já disseram que a novela de sua aposentadoria lembra bastante a de Romário.
2) Randy Couture (USA) – É considerado o “dono da chave da cidade” em Las Vegas. Assim como Royce, Couture também está imortalizado no Hall da Fama do UFC. Foi no Octagon que o wrestler que sonhava com a medalha olímpica construiu uma carreira irretocável, tendo sido o primeiro homem a conquistar o título de duas diferentes categorias. Profissional ao extremo, mesmo aos 46 anos segue entre os tops dos pesos pesados. Foi também um dos responsáveis pela modernização do sistema de treinamento no MMA. Sua academia, a Xtreme Couture, é um celeiro de craques.
1) Royce Gracie (Brasil) – Se em novembro de 1993 o magrinho com faixa-preta e o ki mono branco tivesse perdido para a Art Jimmerson logo na estreia, talvez nenhum dos outros 99 listados aqui estivessem aí. Após enfrentar dificuldades nos EUA, Royce transformou-se no grande nome do esporte, colecionando dez finalizações inesquecíveis até o UFC 5 e apresentando a eficiência do Jiu-Jítsu para o mundo. É um dos poucos a fazer parte do Hall da Fama da organização e é obrigatoriamente citado sempre que alguém quiser contar a história do vale-tudo. Acompanhe os melhores momentos do lutador no UFC 1 no vídeo abaixo.